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Mato Grosso do Sul

Investimentos em andamento da Sanesul ultrapassam R$ 447 milhões em frentes de obras

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Os investimentos em andamento da Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) ultrapassam R$ 447 milhões em frentes de obras, cujos serviços incluem a execução de obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário em 36 municípios do Estado.

O avanço das obras de saneamento, além da melhoria da qualidade de vida de milhares de famílias, resulta na preservação do meio ambiente e no forte impacto na economia por meio da geração de empregos.

No total, as obras em andamento somam R$ 447 milhões segundo levantamento divulgado pela Ademam (Assessoria da Diretoria de Meio Ambiente), da Sanesul, seguindo rigorosamente o cronograma estabelecido pelo governador Eduardo Riedel.

O governo do Estado está empenhado em aprimorar os projetos de saneamento para garantir a segurança hídrica nos municípios com aumento da reservação de água tratada e também ampliar a área de esgoto, que atualmente tem um índice de cobertura de 60,86%.

Em Mato Grosso do Sul, o sistema de fornecimento de água já atende a 100% da população e em relação ao esgoto a ideia é alcançar a meta da universalização nas 68 cidades onde a Sanesul mantém a concessão dos serviços públicos.

Esse montante de recursos investidos contempla os municípios de Água Clara, Amambai, Anastácio, Antonio João, Aparecida do Taboado, Aquiadauan, Aral Moreira, Bataguassu, Batayporã, Bonito, Brasilândia, Dourados, Guia Lopes da Laguna, Iguatemi, Itaporã, Ivinhema, Ladário, Miranda, Mundo Novo, Naviraí, Nioaque, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Paranaíba, Paranhos, Pedro Gomes, Ponta Porã, Ribas do Rio Pardo, Rio Brilhante, Rio Negro, Selvíria, Sidrolândia, Sonora, Três Lagoas e Vicentina.

Essas obras têm um papel crucial na expansão dos sistemas de água e esgoto e também causam impacto positivo no setor de emprego do Estado.

Entre os investimentos, duas grandes frentes de obras estão em Dourados, a maior cidade entre as unidades consumidoras operadas pela estatal.

Lá, estão sendo investidos R$ 30.174.545,44 em obras de ampliação e melhorias do sistema de abastecimento de água, como perfuração e ativação de dois poços, um com previsão de vazão 200m3 por hora e profundidade de 650 m, e outro de 250 m3/h e profundidade de 700m.

Também estão em execução dois reservatórios metálicos de 1500 m3, uma elevatória de água tratada, adutoras, abrigo de tratamento, além da urbanização dos centros de reservação e produção.

Os recursos são do Ministério das Cidades como parte do programa Saneamento para Todos.

Outro grande investimento em Dourados, no valor de R$ 37.465.447,91, refere-se a serviços de engenharia para manutenção e crescimento vegetativo de redes e ligações nos sistemas de distribuição de água, com reposição dos pavimentos, e para redução do volume perdido nos setores de abastecimento por meio de ações de redução do volume disponibilizado, vinculadas a metas de performance.

Na área de esgoto, estão sendo aplicados no município R$ 20.868.000,00, incluindo a ampliação da ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) Laranja Doce em 40 litros por segundo, melhorias de eficiência para 80 litros por segundo.

Em Ivinhema, a Sanesul está investindo R$ 30.780.121,18 com recursos do programa Avançar Cidades, no sistema de esgoto, entre melhorias na ETE (Estação de Tratamento de Esgoto), execução de rede 93.902,53 metros de rede coletora de esgoto, 6.771 ligações domésticas, construção de quatro elevatórias, além de obras complementares.

Estação de Tratamento de Esgoto Souza Dias, em Três Lagoas

Em Três Lagoas, os investimentos totalizam mais de R$ 26 milhões em obras de água e esgoto.

Somente na ampliação do sistema de esgotamento sanitário são mais de 21,6 R$ milhões, uma obra de R$ 16.091.273.16 e outra de R$ 5.523.380,36, incluindo a construção de uma ETE com capacidade para 100 L/s e execução de 1.140 m de emissário.Também estão em andamento a execução de 42.496 m de rede coletora de esgoto e 2.876 ligações domiciliares.

Também como parte do Avançar Cidades, em Naviraí estão sendo aplicados mais de R$ 19,9 milhões na execução de 60.861,57 metros de rede coletora, 3.437 ligações domiciliares, implantação de uma estação elevatória de esgoto bruto, e readequação de outra ETE.

O governador Eduardo Riedel destaca que Mato Grosso do Sul está vivenciando um novo momento, com investimentos significativos em obras de infraestrutura de saneamento.

O principal objetivo desses investimentos, segundo o chefe do Executivo, é levar a rede de esgoto a 100% da população nas áreas de atuação da companhia.

O diretor-presidente da Sanesul, Renato Marcílio, ressalta que empresa está empenhada em garantir que mais e mais pessoas tenham acesso aos benefícios do saneamento básico, promovendo qualidade de vida e preservação do meio ambiente.

Segundo o dirigente, as obras em andamento não só contribuem para a expansão do sistema de cobertura de esgoto e para o aumento da reservação de água, mas também impulsionam o desenvolvimento econômico da região, gerando oportunidades de emprego diretas e indiretas.

Ele atesta que a expansão do sistema de cobertura de esgoto, por exemplo, representa um avanço significativo no cenário do saneamento básico do Estado.

“Com essas obras em curso, a Sanesul e o governo estadual reafirmam seu compromisso em oferecer serviços de qualidade à população e promover um ambiente mais saudável e sustentável para todos”, destaca Renato Marcílio, que tem se reunido com os principais parceiros – prefeitos e vereadores – para discutir estratégias de investimentos em seus municípios.

Comunicação Sanesul
Fotos: Divulgação/Sanesul

Fonte: Governo MS

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Ladrão furta carro e móveis de residência, sofre acidente durante fuga e abandona veículo em MS

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Um homem ainda não identificado furtou móveis e um veículo de uma residência e acabou sofrendo um acidente durante a fuga, na noite desta terça-feira (8), na rodovia MS-427, em Rio Verde de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.

Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito teria arrombado a porta dos fundos do imóvel, localizado na Rua Duque de Caxias, no bairro Vila Carmem, utilizando um machado.

Em seguida, ele teria furtado diversos objetos e o veículo que estava estacionado na garagem.O homem utilizou o carro para fugir, mas, durante o trajeto, perdeu o controle da direção e saiu da pista.

O veículo parou aproximadamente dois quilômetros após o fim do trecho pavimentado da MS-427, já em uma estrada de terra.Conforme apurado pelo portal Rio Verde News, equipes policiais conseguiram localizar o veículo com auxílio de imagens de câmeras de segurança.

O carro apresentava danos na lataria provocados pelo acidente.O suspeito, porém, havia fugido do local antes da chegada dos policiais e ainda não foi localizado.O caso segue em investigação para identificar e localizar o responsável pelo furto.

Tatiane Linhares Vicente, com informações de Top Mídia News

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Mato Grosso do Sul

Operação identifica desmatamento ilegal equivalente a quase 350 campos de futebol em MS

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MS tem área desmatada equivalente a quase 350 campos de futebol — Foto: MPMS

Operação Mata Atlântica em Pé identificou 348,67 hectares de desmatamento ilegal em Mato Grosso do Sul em 2026. Para ter uma ideia do tamanho da área, o total equivale, em uma comparação aproximada de 1 hectare por campo de futebol, a quase 350 campos.

As irregularidades foram encontradas a partir da análise de 18 alertas de desmatamento distribuídos por 15 municípios do estado. Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), houve uma redução expressiva na extensão das áreas desmatadas em relação à edição do ano passado.

Os alertas foram analisados pelo Núcleo de Geotecnologias (Nugeo) do MPMS, que utilizou imagens de satélite e outras ferramentas para verificar se as áreas indicadas realmente tinham sofrido desmatamento ilegal.

Após a confirmação das ocorrências, os dados foram encaminhados ao Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), responsável pela fiscalização e aplicação das medidas administrativas.

A partir das informações recebidas, o órgão realizou as autuações de forma remota. Ao todo, foram aplicados R$ 1.521.044 em multas aos responsáveis pelas áreas identificadas.

Fiscalização com imagens de satélite

De acordo com o MPMS, a operação utiliza alertas de satélite cruzados com informações de mapas e registros das propriedades para identificar possíveis áreas de vegetação nativa derrubadas sem autorização.

O coordenador do Nugeo/MPMS, promotor de Justiça Luciano Loubet, destacou que o uso da tecnologia permite identificar e confirmar as áreas com mais rapidez.

“O uso de geotecnologias avançadas transformou a fiscalização ambiental em Mato Grosso do Sul. A validação rápida e precisa dos alertas pelo Nugeo permite que o Imasul atue de forma remota e imediata, garantindo que a infração não passe despercebida”, afirmou.

Segundo ele, a integração entre os órgãos de fiscalização e o uso de dados e imagens de satélite têm ajudado a combater o desmatamento ilegal no estado.

Operação nacional

A mobilização ocorreu entre os dias 17 e 27 de agosto, simultaneamente em 17 estados que possuem áreas do bioma Mata Atlântica.

A força-tarefa reúne Ministérios Públicos, órgãos de fiscalização ambiental e forças policiais. Entre as ferramentas utilizadas estão imagens de satélite e plataformas de monitoramento, como o MapBiomas Alerta.

Participaram da operação Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Mato Grosso do Sul.

A Operação Mata Atlântica em Pé é coordenada nacionalmente pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica.

O que acontece após a identificação do desmatamento

Quando a fiscalização confirma uma área desmatada de forma irregular, os responsáveis podem sofrer diferentes tipos de medidas.

Entre elas estão:

  • Multas e autos de infração: os responsáveis podem ser multados e a área pode ser embargada, impedindo novas atividades no local.
  • Recuperação da área: são adotadas medidas para que a vegetação degradada seja recuperada.
  • Responsabilização na Justiça: o caso também pode gerar procedimentos nas áreas cível e criminal.
  • Restrições no cadastro ambiental: propriedades podem sofrer bloqueios no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
  • Restrição de crédito: os responsáveis podem ter o acesso a crédito rural e outros recursos financeiros suspenso.

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