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Com apoio da Suzano, Cooperativa Arara Azul fecha o ano com incremento de 22% na renda média das famílias

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Com 20 integrantes, a instituição recebe cerca de 46 toneladas de recicláveis mensalmente e a expectativa é chegar a até 60 toneladas/mês em 2023

 

A Cooperativa Arara Azul (Corpazul) deve encerrar o ano de 2022 com um incremento de 22% na renda média das 20 famílias que trabalham com a coleta seletiva em Três Lagoas, saltando de R$ 1.190,00/mês para R$ 1.450/mês em média, durante o período de pouco mais de um ano. Boa parte deste resultado se deve à parceria entre a instituição e a Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, com o objetivo de promover a economia circular, consumo consciente e a geração de trabalho e renda no município.

“Na Suzano, temos o direcionador ‘só é bom para nós se for bom para o mundo’ e a destinação correta de resíduos vem ao encontro desse valor. Por isso, no ano passado, demos início ao ‘Grupo de Trabalho – Economia Circular’ visando fortalecer cooperativas e catadores de recicláveis e sensibilizar a sociedade para este novo modelo de negócio que integra geração de renda e proteção do meio ambiente. Queremos mostrar que, com uma ação simples, que é de separar os resíduos recicláveis, a população ajuda a sua cidade, o meio ambiente e ainda gera renda para muitas famílias”, destaca Israel Batista Gabriel, coordenador de Desenvolvimento Social da Suzano em Mato Grosso do Sul.

A parceria teve início em 2021, quando foram iniciadas uma série de palestras, cursos e consultoria especializada voltadas, principalmente, para a gestão da cooperativa, negócio e meio ambiente. A iniciativa também busca fortalecer ações de conscientização da população sobre a importância de separar os materiais recicláveis e buscar parcerias com grandes empresas para a destinação correta de resíduos. “Três Lagoas tem um grande potencial para se tornar uma referência na coleta seletiva de recicláveis e destinação correta de resíduos e vamos, em parceria com a Cooperativa Arara Azul, seguir com esse propósito”, completa Gabriel.

Atualmente, chegam à cooperativa cerca de 46 toneladas de recicláveis mensalmente, sendo 14,5 toneladas de papel/papelão, 15,6 toneladas de plástico, 3,39 toneladas de metais e 11,6 toneladas de vidro. O volume de recicláveis corresponde a um aumento de 15% em comparação a 2021.

A expectativa para 2023, antecipa o coordenador, é aumentar ainda mais estes indicadores, chegando a 60 toneladas/mês de recicláveis. Para isso, Suzano e Cooperativa pretendem intensificar a ações de educação ambiental, busca por parcerias com grandes geradores de resíduos recicláveis, apoio para participação em editais para captação de recursos e continuidade nas capacitações para cooperados.

É o que espera Eloir Ribeiro Custódio, presidente da Cooperativa Arara Azul. De acordo com ele, a capacidade de processamento da Cooperativa Arara Azul é de 150 toneladas/mensais de resíduos recicláveis.  “Queremos retomar as palestras em escolas e o trabalho de porta em porta, explicando para a população o que pode ser separado e a importância de separar recicláveis para o meio ambiente e para a renda de muitas famílias. A parceria com a Suzano tem sido de extrema importância para atingirmos esse objetivo. Já percebemos mudanças positivas, por exemplo, já conseguimos cursos, estamos tendo maior reconhecimento, divulgação do nosso trabalho e aumento da nossa renda”, completa Custódio.

Triturador de vidro

Por meio da parceria, a cooperativa recebeu aporte financeiro para a aquisição de equipamentos de segurança individual, materiais de escritório e um triturador de vidro. O equipamento tem capacidade de triturar até 500 quilos de vidro por hora e garante maior segurança aos cooperados. Antes dele, o trabalho de trituração era feito manualmente, o que aumentava o risco de acidentes.

Além disso, com o triturador, a cooperativa passou separar o material por cores, o que resultou em um aumento considerável no valor de venda.

Sobre a Suzano

A Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 98 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

 

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Três Lagoas (MS) recebe novo mutirão da Suzano com 46 vagas temporárias para o setor florestal

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Três Lagoas (MS) recebe, neste sábado (12/09), um novo mutirão de oportunidades da Suzano para contratação de profissionais para o setor florestal. A ação faz parte da iniciativa “Você na Suzano” e oferece 46 vagas temporárias para Operador(a) de Máquina Trainee, com seleção feita no próprio dia, na Casa do Trabalhador, mediante distribuição de senhas.

“O ‘Você na Suzano’ nasceu para aproximar a população de Três Lagoas das oportunidades da empresa. É uma forma de aproximar a Suzano da comunidade, valorizando os profissionais da região e podemos assegurar que muita gente que passou pelo programa como trainee hoje está efetivada, e é isso que a gente quer continuar construindo: gerar emprego e renda para quem é daqui”, afirma Mônica Catânia, gerente de Gente e Gestão da Suzano em Três Lagoas.

As contratações, com duração de três meses, fazem parte do esforço da Suzano para ampliar o acesso a oportunidades de trabalho e formar profissionais para o setor florestal na região.

Como participar

No dia do evento, as senhas serão distribuídas até as 9 horas. Em seguida, a equipe de recrutamento da Suzano dará início ao processo seletivo. Podem se candidatar pessoas com Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria AB definitiva e Ensino Fundamental completo. Também é exigida experiência prévia com operação de máquinas agrícolas ou florestais, ou curso de Operação de Máquinas Florestais com formação em Harvester ou Forwarder. Os candidatos devem levar CNH e currículo atualizado.

Durante os três meses de contrato, os selecionados recebem salário compatível com a função, plano de saúde individual, alimentação no local, seguro de vida e transporte. O “Você na Suzano” já resultou, em média, em 70 contratações por edição, consolidando o papel da iniciativa na geração de emprego e renda em Três Lagoas.

Outras formas de entrar na Suzano

Quem não puder comparecer presencialmente também pode concorrer às vagas da Suzano em Mato Grosso do Sul e em outras unidades pela Plataforma de Oportunidades: https://suzano.gupy.io/. O site reúne vagas abertas, benefícios e cadastro no Banco de Talentos.

A Suzano informa que todos os seus processos seletivos são gratuitos e não exigem qualquer pagamento dos candidatos.

Serviço

Data: 12 de setembro de 2026

Local: Casa do Trabalhador de Três Lagoas (MS) – Rua Dr. Munir Thomé, 86, Centro.

Distribuição de senhas: até 9 horas

O que levar: CNH e currículo atualizado

Vagas: 46 para Operador(a) de Máquina Trainee

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br

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Suzano

Em iniciativa pioneira no setor, Suzano desenvolve operação remota de colheita florestal em MS

• Primeira fase do projeto colheu 12 mil árvores com uma harvester comandada da torre de controle florestal de Ribas do Rio Pardo, a até 350 quilômetros da frente de trabalho
• Operador permanece no comando: a tecnologia muda o local de trabalho, não substitui o profissional

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Uma harvester colheu 12 mil árvores sem que o operador estivesse dentro dela, em uma área equivalente a 12 campos de futebol. A máquina foi comandada remotamente da torre de controle florestal da unidade da Suzano em Ribas do Rio Pardo (MS), com testes que permitiram operá-la a até 350 quilômetros de distância da frente de trabalho, sem que a equipe técnica precisasse se deslocar até o local. O resultado encerra a primeira fase do projeto de teleoperação de colheita florestal desenvolvido pela companhia em parceria com a Komatsu e a S4E Tech, iniciado em abril deste ano. No Brasil, é a primeira operação de harvester teleoperada em ambiente operacional no setor florestal.

A máquina não opera sozinha. O comando segue sendo do operador, que passa a trabalhar da torre de controle em vez da cabine no meio da fazenda. Os sete profissionais capacitados para o projeto seguem na operação. O que muda, nesta fase, é o trajeto: hoje um operador gasta cerca de duas horas de viagem para chegar à frente de colheita.

Ledir Rodrigues de Freitas, consultor de Excelência Operacional da Suzano, começou na colheita em 1989, quando a motosserra já havia substituído o machado e o facão. Depois veio o harvester, que reduziu a exposição das pessoas aos riscos do corte. A teleoperação é a terceira transição que ele acompanha na atividade. “Quando fui convidado para participar deste projeto, vi a possibilidade de realizar um grande sonho, o de ver as máquinas sendo operadas a partir de um local distante, em um ambiente mais controlado. Este é um passo como as demais evoluções, não tem volta. Já vejo as possibilidades que estão por vir”, comenta.

“Estamos testando uma nova forma de realizar o trabalho no campo, com o uso da tecnologia para tornar a rotina dos profissionais mais segura e confortável. A possibilidade de comandar os equipamentos de outro local reduz deslocamentos até o campo e contribui para que os operadores tenham mais qualidade de vida, sem perder de vista a segurança e a eficiência da operação. Este projeto pode mudar a forma como trabalhamos no setor florestal”, afirma Douglas Seibert Lazaretti, vice-presidente de Operações Florestais da Suzano.

Na cabine, o operador encontra os mesmos controles do equipamento e o campo de visão fornecido por câmeras, que reproduzem em tempo real as condições da máquina. Na primeira fase, dois equipamentos foram comandados a distância: uma harvester, foco do projeto, e uma grua de carregamento.

Beatriz Carolina Gonçalves, operadora de máquinas florestais, participou dos primeiros testes. “Eu pensava que seria como um controle remoto, mas encontrei um ‘cockpit’ com as mesmas condições da máquina, só que em outro ambiente e com muito conforto. Foi um desafio operar a quilômetros de distância usando as câmeras como base, mas também foi uma experiência muito gratificante”, conta.

Para ela, o ganho está na rotina. “Essa solução pode melhorar muito o dia a dia dos operadores, porque reduz o tempo gasto no caminho até as fazendas e permite estar mais perto da família. Tenho uma filha pequena e acredito que isso possa fazer diferença na vida de quem trabalha nessa atividade”, afirma.

O operador de abastecimento de madeira João Victor de Almeida Barbosa também participou dos testes. Filho de um profissional que atuava no transporte da Suzano, ele vê no projeto uma oportunidade de unir sua trajetória à inovação. “Tenho muito orgulho de fazer parte dessa iniciativa. Entrei na empresa em uma área que era nova para mim e, agora, participar de um projeto como esse representa uma oportunidade de aprender e contribuir para uma operação mais segura e eficiente”, afirma.

Conexão e segurança

O principal obstáculo técnico era a conexão. As frentes de colheita ficam em áreas sem infraestrutura de telecomunicações e mudam de lugar conforme a operação avança. A comunicação entre a torre de controle e a máquina é feita por satélite, em uma estrutura preparada para operar sem interrupções.

A segurança é monitorada de forma contínua no próprio equipamento. Se a comunicação falhar, ou diante de qualquer condição anormal, a máquina para automaticamente. O tempo de resposta do sistema é menor que o de um piscar de olhos.

Inclusão e futuro do trabalho

Sete profissionais foram capacitados para trabalhar com a solução: cinco na colheita, entre eles duas mulheres, e dois no carregamento logístico. Os operadores da colheita têm perfis distintos de experiência e faixa etária. A capacitação também alcançou técnicos e mecânicos dos módulos, responsáveis por receber o equipamento e atuar quando necessário. O projeto reúne profissionais das áreas de Operações Florestais, Inovação, Excelência Operacional, Segurança, Gente e Gestão, Treinamento, Tecnologia e Engenharia, além das equipes da Komatsu e da S4E Tech.

A mudança altera o próprio desenho da vaga. Operar uma máquina florestal deixa de exigir a permanência diária em área remota e passa a ser possível a partir de um ambiente fixo, dentro da unidade. É uma transformação que responde ao que o mercado de trabalho cobra hoje das atividades de campo.

“Trabalhar no campo, muitas vezes em áreas distantes, traz desafios importantes para os profissionais. À medida que avançamos nos testes, percebemos que essa solução abre possibilidade para a inclusão de outros públicos, inclusive pessoas com deficiência. Esse potencial está alinhado ao compromisso da Suzano com a construção de oportunidades mais equitativas em Mato Grosso do Sul”, diz Rodrigo Zagonel, diretor de Operações Florestais da Suzano em Mato Grosso do Sul.

Para a Komatsu, a tecnologia tem alcance além da operação atual. “A teleoperação remota tem potencial para transformar o setor florestal, trazendo mais eficiência, segurança e qualidade de vida para os operadores. Estamos muito satisfeitos em desenvolver essa iniciativa ao lado da S4E e da Suzano, acreditando que essa tecnologia será um divisor de águas para o mercado, ampliando oportunidades de inclusão para mulheres, pessoas com deficiência e jovens. Além de ser um projeto global, ter o Brasil como ponto de partida reforça nosso compromisso com a inovação e com a construção de um futuro mais sustentável e promissor para o setor”, afirma Eduardo Nicz, diretor-presidente da Komatsu Forest Brasil.

A escala da operação

Mais de mil operadores atuam na colheita e no carregamento de madeira em Mato Grosso do Sul. No estado, são colhidos 19 milhões de metros cúbicos por ano, em cerca de 100 mil hectares. A teleoperação está hoje em duas máquinas, e o alcance da tecnologia sobre o deslocamento diário dessas equipes dependerá do ritmo de adoção ao longo dos próximos anos.

Do teste ao piloto

A busca por tecnologias adaptáveis às operações florestais começou em 2024. Em 2025, a S4E Tech fez a primeira visita técnica a Mato Grosso do Sul para mapear os desafios da operação. A solução passou a ser desenvolvida em conjunto com a Komatsu, fornecedora de tecnologia para o setor florestal e parceira da Suzano. Em abril de 2026, duas máquinas passaram a ser comandadas a distância.

O objetivo dessa primeira fase era validar o conceito de teleoperação na colheita, verificar as condições de segurança e testar se haveria restrição de raio de operação. Ao longo dos meses, diversas melhorias foram mapeadas. A próxima fase, um piloto que incorpora esses ajustes, começa nos próximos meses, com escalonamento gradual.

No exterior, projetos de colheita florestal teleoperada ainda estão em fase de pesquisa, protótipo ou demonstração, em países como Suécia, Finlândia, Nova Zelândia, Canadá e Japão. Equipes da Komatsu do Japão e da Suécia visitaram recentemente a operação em Mato Grosso do Sul.

A S4E Tech é uma empresa brasileira criada há cinco anos, com sede em Belo Horizonte, especializada no desenvolvimento de tecnologias para equipamentos móveis. Além do setor florestal, suas soluções são aplicadas em mineração, siderurgia, portos e construção.

Sobre a Suzano

A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br

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