Política
Simone Tebet propõe inclusão do Pantanal no Conselho da Amazônia pelo prazo de cinco anos
A senadora Simone Tebet (MDB-MS) propôs, na última quarta-feira (7), a inclusão do Pantanal no Conselho Nacional da Amazônia Legal pelos próximos cinco anos, período em que há estimativa de fortes estiagens na região. A medida visa ampliar e auxiliar as ações de enfrentamento a futuras queimadas no bioma, com mais recursos financeiros e estrutura logística, incluindo todo o aparato de combate a incêndios, como helicópteros, apoio da Força Nacional, Defesa Civil, dentre outros.
“A Amazônia Legal se integra ao bioma Pantanal pelo estado de Mato Grosso. O mundo não vai se indispor em relação a isso. Esses cinco anos protegidos pelo Conselho da Amazônia Legal poderão ser a maior contribuição imediata da Comissão do Pantanal”, disse, ao defender sua sugestão.
Há pouco mais de dois meses, o Senado Federal aprovou proposta da Senadora, de indicação, ao Presidente da República, no sentido de que o Pantanal seja incluído na estrutura do colegiado do Conselho da Amazônia.
A ideia, agora, é que os parlamentares da Comissão levem, em mãos, ao Chefe do Executivo, na próxima semana de esforço concentrado do Congresso que ocorrerá entre os dias 19 e 23 de outubro, novo requerimento para que tal inclusão perdure até 2025, com intensificação de ações preventivas e de enfrentamento ao período de estiagem que se avizinha.
A parlamentar sul-mato-grossense justifica a necessidade de inclusão imediata alegando, também, que as mudanças legislativas a serem propostas no Estatuto do Pantanal não poderão ser aplicadas de pronto, pois precisarão passar pelo trâmite do processo legislativo e pela posterior regulamentação.
A definição do prazo de cinco anos é para garantir o reforço nas políticas de prevenção e combate a incêndios nos períodos mais críticos.
Com a justificativa de que os biomas estão interligados e de que as queimadas na Amazônia também interferem no agravamento da seca no Pantanal, Simone acredita que não haverá resistência da comunidade internacional que colabora com o Fundo da Amazônia. Ela entende que, pelo contrário, o mundo também se comove e está preocupado com a devastação do Pantanal.
A Senadora explica que a ideia é que o Conselho da Amazônia Legal possa dar assistência logística e ajude a coordenar ações também de médio prazo para o Pantanal.
“O Pantanal é a maior planície inundável do mundo e depende, fundamentalmente, em termos sociais, biológicos e econômicos, de um delicado e preciso equilíbrio hidrodinâmico. Apesar de serem biomas distintos, os laços que os unem são por demais estreitos, de modo a demandarem um tratamento em uníssono, sob pena de fragmentação excessiva que não favorece a melhor gestão do território”, justificou ela, no primeiro documento apresentado em que solicitava a edição de um novo decreto para tornar o atual colegiado em “Conselho Nacional da Amazônia Legal e do Pantanal”. No texto, ela deixou claro, que não pretende, com a alteração, aplicar as exigências legais previstas para a Amazônia Legal irrestritamente ao Pantanal. “Cada bioma traz a sua especificidade e demanda estratégias próprias de atuação. Importa-nos que o Conselho, reestruturado e com essa nova missão, estenda seu olhar para o Pantanal, que é reconhecido como patrimônio nacional, pela Constituição Federal (art. 225, § 4º), mas que vem sofrendo gravemente por queimadas incomuns, que merecem intervenção imediata, antes que os danos alcancem um patamar de difícil reversão”.
Assessoria de Imprensa
Política
Com apoio da população, Pollon consolida força rumo reeleição na Câmara dos Deputados
O deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) vem consolidando o favoritismo rumo à reeleição à Câmara dos Deputados nas eleições deste ano. O resultado da pesquisa espontânea do Instituto Ranking aponta crescimento de Pollon nas intenções de voto, destacando o apoio do eleitor sul-mato-grossense.
A liderança de Marcos Pollon reflete o reconhecimento do seu eleitorado em um mandato construído com diálogo, trabalho e compromisso com os 79 municípios sul-mato-grossenses.
Como Pollon foi o deputado federal mais votado de Mato Grosso do Sul em 2022, com 103.111 votos, Flávio Bolsonaro o incumbiu, como puxador de votos, de ajudar a construir uma grande bancada de deputados federais bolsonaristas.
Durante seu mandato, Pollon se destacou por sua produção legislativa, tendo apresentado 1.830 proposições durante a legislatura. Ele também se destacou por sua atuação parlamentar como oposição ao governo Lula, na defesa pela anistia aos presos políticos do 8 de janeiro e na defesa pela pauta armamentista e legítima defesa.
A pesquisa espontânea do Instituto Ranking aponta crescimento de Pollon em relação a última pesquisa divulgada, chegando a 3,5% das intenções de voto. A pesquisa do registrada sob os números BR-09749/2026 e MS-09269/2026, retrata o cenário em 30 municípios do Estado. Foram ouvidas 2.000 pessoas entre os dias 27 e 30 de setembro, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
Política
Eduardo Bolsonaro declara apoio a reeleição de Marcos Pollon na Câmara dos Deputados
Eduardo Bolsonaro declarou apoio a reeleição do deputado federal Marcos Pollon em vídeo divulgado nas redes sociais. “Se quer colocar um cara ponta firme lá no Congresso mais uma vez, Marcos Pollon. Se Deus quiser ele será mais uma vez o mais votado dessa eleição. O número dele para federal em Mato Grosso do Sul é 2222”, declarou.
No vídeo, Eduardo destaca as pautas defendidas por Marcos Pollon. “Marcos Pollon não é só sobre armas, é sobre luta pela liberdade, redução de burocracia, apoio a policia, contra ideologia de gênero, contra a sexualização das nossas crianças, é sobre defender os valores judaicos cristãos e ser contra esses direitos humanos que só privilegia vagabundo”, destacou Bolsonaro.
Marcos Pollon teve seu mandato marcado pelo espírito combativo e pela produção legislativa, ganhando projeção nacional por seu trabalho na Câmara dos Deputados.
Pollon figurou entre os deputados mais produtivos do Congresso Nacional. O parlamentar apresentou 1.830 proposições legislativas ao longo do mandato.
O deputado destinou emendas parlamentares individuais para todos os 79 municípios de Mato Grosso do Sul, ultrapassando R$ 115 milhões em recursos federais.
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